ESBOÇO (JOÃO 5)

Jesus cura um homem aleijado no Tanque de Betesda. Ao responder aos líderes judeus inconvenientes, Jesus afirma ser o divino Filho de Deus.

O Milagre ao Redor do Tanque de Betesda (5.1-15).

O homem aleijado e o encontro com o Messias (5.1-9).

Um homem está deitado em sua cama (5.1-8), sofrendo ao lado das águas (5.1-5) por trinta e oito anos.

Ele acredita que as águas agitadas irão curá-lo (5.6-7), mas sua doença o impede de entrar na água.

Jesus realiza o milagre junto às águas (5:8), dizendo-lhe para pegar sua cama e andar.
O homem anda com sua cama (5.9).

O aleijado enfrenta críticas (5.10-13) dos líderes judeus ímpios.

As críticas (5.10): "Hoje é sábado, não é permitido carregar a cama".

A defesa (5.11-13): "Aquele que me curou me disse para pegar minha cama e andar".

O aleijado tem seu último encontro com Cristo (5.14-15): Jesus o alerta para não pecar, para que algo pior não lhe aconteça.

Conforme o que está mencionado a cima podemos cria o esboço ou até mais de um.

O Milagre ao Lado do Tanque de Betesda (João 5:1-15)

I. Introdução A. Contexto histórico e geográfico do Tanque de Betesda. B. Estabelecimento da situação de sofrimento ao redor do tanque. C. Preâmbulo para o encontro entre Jesus e o aleijado.

II. O Aleijado e o Messias - O Primeiro Encontro (João 5:1-9) A. Descrição do estado do aleijado, deitado há trinta e oito anos. B. A crença no poder curativo das águas agitadas do tanque. C. Revelação da incapacidade do aleijado de entrar nas águas. D. O impacto transformador do comando de Jesus para levantar e andar. E. O simbolismo do aleijado carregando sua cama após a cura.

III. O Aleijado e as Críticas (João 5:10-13) A. O confronto com líderes judeus devido à ação no sábado. B. A crítica dirigida ao aleijado pelo ato de carregar o leito. C. A defesa do aleijado baseada na ordem recebida de Jesus. D. Análise das implicações teológicas e sociais do conflito.

IV. O Aleijado e Cristo - O Último Encontro (João 5:14-15) A. A advertência de Jesus sobre a necessidade de evitar o pecado. B. Exploração da dimensão espiritual além da cura física. C. Reflexão sobre a responsabilidade e o livre-arbítrio pós-cura. D. Conclusão do encontro e impacto duradouro na vida do aleijado.

V. Conclusão Geral A. Recapitulação dos momentos-chave no episódio do Tanque de Betesda. B. Destaque para a dualidade entre a cura física e a transformação espiritual. C. Aplicação dos ensinamentos do encontro à vida cotidiana. D. Convite à reflexão sobre a busca constante pelo encontro com o Divino.

A Cura no Tanque de Betesda - Encontro Divino e Desafios Judaicos (João 5:1-15)

O Milagre Junto ao Tanque de Betesda (5.1-15)

O Aleijado e o Messias - O Primeiro Encontro (5.1-9)

Num local marcado pelo sofrimento, Jesus encontra um homem que enfrenta uma dolorosa realidade: há trinta e oito anos, jazia em seu leito, à beira do Tanque de Betesda. A esperança do aleijado reside na crença de que as águas, quando agitadas sobrenaturalmente, possuem poder de cura. No entanto, sua própria enfermidade o impede de alcançar a restauração através desse meio.

A intervenção divina se desdobra quando Jesus, em um milagre notável, ordena ao homem que pegue seu leito e ande. Um ato de cura transcende as limitações impostas pela condição do aleijado, evidenciando a autoridade e compaixão do Messias.

O Aleijado e as Críticas (5.10-13)

A realização do milagre não passa despercebida pelos líderes judeus, que, em vez de celebrar a transformação, escolhem criticar. O homem, agora andando com sua cama, é confrontado por questionamentos sobre a legitimidade de carregar seu leito no sábado, segundo as tradições.

A defesa do homem revela a origem divina de sua cura, pois ele declara que aquele que o curou também lhe instruiu a tomar seu leito e andar. As críticas, permeadas pela rigidez legalista, não conseguem ofuscar o poder restaurador que se manifestou no encontro junto ao Tanque de Betesda.

O Aleijado e Cristo - O Último Encontro (5.14-15)

Em um último encontro, Jesus adverte o homem curado, orientando-o a não pecar para evitar consequências mais severas. Essa advertência não apenas aponta para a responsabilidade que acompanha a graça recebida, mas também sugere uma dimensão espiritual mais profunda do encontro.

A cura no Tanque de Betesda transcende a esfera física, indicando uma transformação integral que vai além da condição física do aleijado. A mensagem implícita é clara: o encontro com Cristo não apenas restaura o corpo, mas também impacta a alma, chamando à uma vida em sintonia com a vontade divina.

Conclusão

O episódio junto ao Tanque de Betesda oferece um retrato vívido da intervenção divina na vida de um homem afligido. Diante do sofrimento prolongado, Jesus não apenas realiza um milagre físico, mas também enfrenta as críticas de líderes religiosos, destacando a tensão entre a graça transformadora e as tradições legalistas.

A narrativa, rica em simbolismo, ressalta não apenas a capacidade de Jesus de curar, mas também Sua autoridade sobre as limitações impostas por normas culturais. O último encontro, marcado pela advertência de Jesus, amplia a compreensão do milagre, sugerindo implicações espirituais duradouras.

Ao explorar esse episódio, somos convidados a contemplar não apenas as curas físicas realizadas por Cristo, mas a profundidade da restauração que Ele oferece àqueles que O buscam. O Tanque de Betesda, antes símbolo de impotência, torna-se palco de uma transformação divina que ecoa através dos séculos, desafiando-nos a considerar não apenas o estado de nossos corpos, mas a saúde de nossas almas em nossa jornada com o Divino.

A Mensagem ao Lado do Tanque de Betesda (5.16-47)

Esboço: A Mensagem no Tanque de Betesda e a Confrontação com os Fariseus (João 5:16-47)

I. Introdução A. Recapitulação do milagre junto ao Tanque de Betesda. B. Apresentação dos conflitos surgidos a partir da ação de Jesus.

II. A Crítica dos Fariseus a Jesus (João 5:16-18) A. Censura dos fariseus à ação de Jesus no sábado. 1. Contextualização da proibição do trabalho no sábado na tradição judaica. 2. Análise da reação dos fariseus diante da violação percebida da lei do sábado por Jesus. B. Acusação de que Jesus se iguala a Deus. 1. Identificação das declarações de Jesus que provocaram a acusação dos fariseus. 2. Exploração da compreensão dos fariseus sobre a blasfêmia e a igualdade com Deus.

III. Resposta de Jesus às Acusações (João 5:19-47) A. Jesus se defende quanto à cura no sábado. 1. Explicação da relação única de Jesus com o Pai. 2. Argumento de Jesus sobre a continuidade da obra divina mesmo no sábado. B. Afirmação da igualdade com Deus. 1. Esclarecimento da filiação divina de Jesus. 2. Enfrentamento das acusações dos fariseus com argumentos teológicos. C. Testemunhos que confirmam a autoridade de Jesus. 1. Testemunho de João Batista (João 5:33-35). 2. Testemunho das obras de Jesus e das Escrituras (João 5:36-47).

IV. Lições Teológicas e Aplicações Práticas A. Reflexão sobre a natureza divina de Jesus e sua relação com o Pai. B. Consideração da liberdade de Jesus em interpretar e aplicar as leis religiosas. C. Exame das reações dos fariseus à revelação de Jesus como Filho de Deus. D. Desafio à compreensão da identidade de Jesus à luz das Escrituras.

V. Conclusão A. Síntese das respostas de Jesus às acusações dos fariseus. B. Destaque para a revelação contínua da identidade divina de Jesus ao longo do Evangelho de João. C. Chamado à reflexão sobre a resposta pessoal diante da mensagem e das ações de Jesus.

A Trindade e Jesus (5.19-20, 23)

Esboço: A Relação da Trindade e o Respeito Mútuo entre o Pai e o Filho (João 5:19-23)

I. Introdução A. Apresentação do contexto no qual Jesus discute sua relação com o Pai. B. Destaque para a importância teológica da Trindade na compreensão cristã.

II. O Amor do Pai pelo Filho (João 5:19-20) A. Declaração de Jesus sobre a ação do Pai. B. Exploração da dinâmica do amor divino entre o Pai e o Filho. C. Ênfase na natureza especial do relacionamento entre o Pai e o Filho. D. Implicações teológicas do amor mútuo na Trindade.

III. A Honra do Filho ao Pai (João 5:23) A. Afirmação de Jesus sobre a honra que ele concede ao Pai. B. Reflexão sobre o significado da honra na relação entre o Pai e o Filho. C. Consideração da natureza recíproca dessa honra. D. Importância teológica da honra mútua na Trindade.

IV. A Importância da Trindade na Teologia Cristã A. Breve explanação sobre a doutrina da Trindade. B. Destaque para a coexistência e cooperação entre as pessoas da Trindade. C. Relevância da compreensão da Trindade para a cristologia e soteriologia. D. Chave para entender a revelação completa de Deus na pessoa de Jesus Cristo.

V. Aplicação Prática A. Exploração da implicação do relacionamento divino na vida do crente. B. Chamado à imitação do amor e honra encontrados na Trindade. C. Conexão entre a compreensão da Trindade e a adoração cristã. D. Desafio para aprofundar a compreensão da Trindade como fundamento da fé cristã.

VI. Conclusão A. Síntese das verdades apresentadas sobre o amor do Pai pelo Filho e a honra do Filho ao Pai. B. Chamado à contemplação e reverência diante da dinâmica divina na Trindade. C. Enfatização da centralidade da Trindade na cosmovisão cristã e na relação entre Deus e a humanidade.

As identidades de Jesus (5.21-22, 24-29).

Esboço: Jesus como Doador da Vida Eterna e Juiz Final (João 5:21-29)

I. Introdução A. Apresentação do papel de Jesus como provedor da vida eterna. B. Destaque para a dualidade de seu papel: doador de alegria eterna e juiz final. C. Importância teológica das afirmações sobre a vida eterna e a ressurreição.

II. Oferta de Vida Eterna (João 5:21, 24, 26) A. Declaração de Jesus como fonte da vida eterna. B. Ênfase nas diferentes formas de apresentação da oferta de vida eterna. C. Exploração das implicações teológicas da capacidade de Jesus de conceder vida eterna. D. Consideração da natureza eterna da vida oferecida por Jesus.

III. Ressurreição dos Mortos (João 5:25, 28-29) A. Promessa de Jesus de trazer os mortos de volta à vida. B. Distinção entre aqueles que experimentarão a alegria eterna e os que enfrentarão a punição eterna. C. Reflexão sobre a dualidade das consequências após a ressurreição. D. Importância da ressurreição como evento escatológico.

IV. Alegria Eterna e Punição Eterna (João 5:25, 28-29) A. Descrição da alegria eterna para alguns ressuscitados. B. Consideração do destino daqueles que enfrentarão a punição eterna. C. Contraste entre os dois destinos após a ressurreição. D. Reflexão sobre a justiça divina na distribuição dessas recompensas e punições.

V. Jesus como Juiz de Todos os Homens (João 5:22, 27) A. Afirmação da função de juiz de Jesus sobre toda a humanidade. B. Exploração da autoridade divina de Jesus como base para seu papel como juiz final. C. Reflexão sobre as implicações éticas e morais dessa posição. D. O chamado à responsabilidade diante do juízo de Jesus.

VI. Conclusão A. Síntese das principais afirmações sobre Jesus como doador da vida eterna e juiz final. B. Desafio à audiência para ponderar sobre suas escolhas em vista do juízo futuro. C. Chamado à aceitação da oferta de vida eterna através de Jesus e ao arrependimento diante de seu papel como juiz. D. Encorajamento à fé na justiça e misericórdia divinas reveladas nessas promessas.

Sobrenaturais de Jesus vem de quatro fontes.

Esboço: Fontes Sobrenaturais de Jesus (João 5:31-47)

I. Introdução A. Contextualização da busca por fontes sobrenaturais de Jesus. B. Estabelecimento da importância das fontes para validar sua natureza divina. C. Apresentação das quatro fontes sobrenaturais: João Batista, Suas próprias palavras, O Pai, e as Escrituras.

II. Fonte 1: De João Batista (João 5:31-35) A. A validação de Jesus pela testemunha confiável de João Batista. B. Destaque para a ênfase de João Batista na verdade e integridade de Jesus. C. Exploração da conexão entre a pregação de João Batista e a confirmação da divindade de Jesus. D. Relevância da autenticidade da fonte para a compreensão do público.

III. Fonte 2: De Suas Próprias Palavras (João 5:36) A. Enfatização da autoridade divina por meio dos ensinamentos e milagres de Jesus. B. Conexão direta entre Jesus e o Pai como fonte de suas palavras. C. Análise da relação íntima entre as ações de Jesus e a vontade do Pai. D. Reflexão sobre como as palavras de Jesus refletem sua natureza divina.

IV. Fonte 3: Do Pai (João 5:30, 37-38) A. Declarações de Jesus sobre sua dependência e testemunho do Pai. B. Ênfase na relação intrínseca entre o Filho e o Pai na confirmação sobrenatural. C. Consideração das implicações teológicas da afirmação do Pai sobre Jesus. D. Impacto da comunhão divina na compreensão de Jesus como fonte sobrenatural.

V. Fonte 4: Das Escrituras (João 5:39-47) A. Jesus aponta para as Escrituras como testemunhas de sua divindade. B. Contraste entre a profissão de fé nas Escrituras e a recusa em aceitar Jesus. C. Exploração da relação entre as profecias do Antigo Testamento e a vida de Jesus. D. A revelação da desconexão entre a aceitação das Escrituras e o entendimento de Jesus.

VI. Conclusão Geral A. Recapitulação das quatro fontes sobrenaturais de Jesus. B. Síntese do papel unificador dessas fontes na afirmação de sua divindade. C. Desafio à audiência a considerar e aceitar essas fontes como testemunho da natureza sobrenatural de Jesus. D. Chamado à fé baseada nas evidências apresentadas pelas diferentes fontes.