PARA QUEM DEVEMOS CANTAR?
Comentou Zibordi[1] no seu livro: “mais erros que o pregador deve evitar”.
Cuidado com cantando essa "canção" de auto-ajuda, recheada de humanismo? PARA QUEM DEVEMOS CANTAR?
1) Dirigem palavras de louvor ou oração diretamente a Deus (3.7; 6.1; 7.1; 9.1; 30.1, etc).
2) Falam de si mesmos, mas em relação à grandeza do Senhor (18.2; 23.1; 42.1; 73.2,23; 103.1; 104.1, etc).
3) Mencionam a magnificência do Criador (19.1; 24.1, etc).
4) Estimulam todos a louvarem ao Senhor (95.1; 107.1; 112.1; 113.1, etc).
5) Mencionam as bem-aventuranças que existem para o justo, em contraste com o ímpio (1.1,2; 36.1, etc).
As canções tidas como hinos não cumprem nenhuma das proposições acima. Não exaltam a Deus de forma alguma. São voltadas para o ser humano, com elogios e mensagens triunfalistas, do tipo auto-ajuda barata. Ao longo da História, a dança nunca esteve presente na liturgia das igrejas cristãs. No Brasil, também não víamos isso há alguns anos. Uma ou outra pessoa falava em "dança no Espírito", e outras cantavam, sem dançar, o famoso corinho "Se o Espírito de Deus se move em mim, eu danço como Davi". Todavia, esse assunto sempre foi controvertido, e a liderança, de maneira geral, não aceitava a dança como parte integrante do culto a Deus.
De uns tempos para cá, alguém descobriu a América! Muita gente pensa ter encontrado uma "verdade cristalina" na Bíblia: a dança faz parte do culto coletivo ao Senhor. "Deus nos libertou da escravidão, e temos de adorá-lo também com a nossa arte", dizem alguns defensores desse modismo. E por aí vai. Não há mais limites! Onde vamos parar? Nos Estados Unidos, já ocorre até luta livre em alguns "cultos". E o Brasil não está longe disso.
Algumas igrejas são mais moderadas e têm apenas uma coreografia simples. Outras... meu Deus! A cada dia, perde-se o temor. Ainda não vi, para ser sincero, porém não duvido de que já haja "cultos" em que jovens dancem rebolando até ao chão, como ocorrem em bailes funk. A bem da verdade, nas chamadas "baladas" gospel isso já acontece... Há poucos anos, os jovens passavam a noite em vigília, orando, estudando a Palavra. [Hoje as virgília é mais uma boate do que uma igreja - tem mais luzes de todas as cores que o a cauda do pavão. não se tem dez minuto de joelho é musicas balançadas para não dormirem, misericordiosa!]. Hoje, a juventude vai para a "balada". Tudo isso graças ao incentivo de líderes inescrupulosos, sem compromisso com a Palavra de Deus, movidos por outros interesses, como dinheiro e fama. É como se dissessem: "É melhor o jovem pecar aqui do que no mundo". Ignoram que, para seguir a Cristo, é preciso negar-se a si mesmo (Lc 9.23) e não se conformar com este mundo (Rm 12.1,2).
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[1] Zibordi, Ciro Sanches. mais erros que o pregador deve evitar. CPAD, 2007, p70,71.